Anedota literária

Vocês sabem qual a diferença entre  Cecília Meireles e Henriqueta Lisboa?

Milhões, baby: milhões!

E qual é a moral da história: bons escritores, quando não se tornam estampa de cédula monetária, viram viaduto (pelo menos em Belo Horizonte…). Taí bons novos significados para palavras como “reconhecimento” e “prestígio”.

 

Onde fica Pernambuco?

A pergunta que não se quer calar: onde fica Pernambuco?

Bem, pergunte a quem (a população imagina que) sabe:

Da arte de emular

Na Venezuela,  uma lei proíbe o uso do nome e da imagem do presidente Hugo Chávez  em projetos de infraestrutura, construções e estabelecimentos educacionais. A justificativa dada para a lei é que o uso da imagem do presidente deve estar “sujeito a controles que permitam sua identificação como tal, no honroso papel de líder”.

O decreto fo provisoriamente batizado de CAN – Conduta Aécio Neves.


Acerca do Print Screen e nosso subconsciente

Certos arranjos e disposições de imagens conseguem eficientemente alterar a percepção e leitura de muita, muita coisa. Que o diga o estimado Jakobson e sua teoria quase aforismática que postula que seleção e combinação são capazes de transformar qualquer mensagem em poesia. A questão é quando a recepção desse arranjo paradigmático-sintagmático fica a cargo do nosso subconsciente, essa caixinha de surpresas que insiste em ver as coisas segundo o seu bel-prazer. Ou não.

Algum teste? Ei-lo:

O veredito aponta que a figura de linguagem em questão é ironia – ou antítese, como preferir. Relendo a imagem cuidadosamente, temos:

Em uma inferência seguinte, não tão alojada no nosso subconsciente assim:

Cruzando o limiar entre a definição de mensagem subliminar e acaso do destino, evidencia-se ainda:

E a qual conclusão chegamos?

Definitivamente.