Acerca do Print Screen e nosso subconsciente

Certos arranjos e disposições de imagens conseguem eficientemente alterar a percepção e leitura de muita, muita coisa. Que o diga o estimado Jakobson e sua teoria quase aforismática que postula que seleção e combinação são capazes de transformar qualquer mensagem em poesia. A questão é quando a recepção desse arranjo paradigmático-sintagmático fica a cargo do nosso subconsciente, essa caixinha de surpresas que insiste em ver as coisas segundo o seu bel-prazer. Ou não.

Algum teste? Ei-lo:

O veredito aponta que a figura de linguagem em questão é ironia – ou antítese, como preferir. Relendo a imagem cuidadosamente, temos:

Em uma inferência seguinte, não tão alojada no nosso subconsciente assim:

Cruzando o limiar entre a definição de mensagem subliminar e acaso do destino, evidencia-se ainda:

E a qual conclusão chegamos?

Definitivamente.

 

 

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