Lula e seus precursores

Lula Lincoln

 
Só falta contar para uma ansiosa oposição onde é que fica o Teatro Ford ( e no letreiro luminoso se lia “Em breve! Aécio Neves como John Wilkes Booth”).

 

Fucking Copa

Enquanto pensávamos até que ponto a realização da copa do mundo iria foder a nossa vida… RÁ! eis que surge a piada pronta:

 

Fucking Copa

 

Nada mais justo do que uma profissional do sexo exigir o seu direito de ser poliglota, embora deveria haver uma campanha de cunho nacionalista defendendo o “vai, painho!” ao invés do “fuck me, daddy”: entre tantas ações governamentais não muito, digamos, eficientes, ao menos essa teria um pano de fundo cultural – sem cheirar a ylang ylang, se é que vocês nos entendem.

Proporcionalmente, esperamos que os professores das redes municipal e estadual de ensino – os quais tomam no c* tanto ou mais do que uma prostituta – também sejam agraciados com as benesses da copa.

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Da não vidência jornalística

Se depender da boa vontade e do interesse jornalístico, acreditem, 2013 vai ser muito, muito qualquer coisa.

Frente a um novo ano de múltiplos anseios e expectativas, eis que surge Sonia Racy, na companhia de um babalorixá, um astrólogo e um tarólogo (leia-se uma trinca oracular equivalente a um Google mediúnico) e, na possibilidade de perguntar uma dúzia de questões relevantes (a julgar também a relevância para quem se pergunta, claro), indaga exatamente isto:

 

2013 a

2013 b

2013 c

 

Depois reclamam que as previsões de ano novo são sempre vagas e nebulosas. Também, o que esperar de alguém cujo nome é praticamente um anagrama perfeito de icarianos?

 

Não querendo desbancar o palpite de ninguém, mas já antecipando o ano e dando as nossas respostas:

1. estamos no aguardo de como os EUA vão animar o mundo. Brincando de coelhinho-sai-do-abismo é que não vai ser.

2. estrear bem? Vejamos a lista de convidados para a cerimônia de posse…

3. claro, Vale a Pena Ver de Novo chega logo, logo.

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#euamoomeuprefeitoradicalmente

Parece que o fim de ano é o momento propício para os belo-horizontinos serem presenteados com, digamos, uma ou outra surpresa estapafúrdia do prefeito Márcio Lacerda.

Após o erro de ter se candidatado à reeleição – erro que só não supera o equívoco de ter sido reeleito -, muitos se perguntavam o que mais poderia se esperar dele, o prefeito Márcio Lacerda.

 

Daí, em um belo dia, você se depara com isso:

Prefeito 1

 

Depois, com isso:

Prefeito 2

 

E com isso:

Prefeito 3

 

E constata que sim, o prefeito Márcio Lacerda chegou ao seu limite. Porém, anestesiado pelo espírito natalino, o prefeito-bom-velhinho dos belo-horizontinos guardou o melhor para o final, e conseguiu se superar ainda mais promovendo isso:

Prefeito

 

E de amigo oculto, o que os belo-horizontinos poderão dar para o seu ilustre prefeito? Nós sugerimos uma edição de Cartas Chilenas, com dedicatória e tudo mais.

 

Feliz 2013 ao prefeito Márcio Lacerda.

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Essa tal de imparcialidade

Lição rápida de como se fazer jornalismo na internet respeitando os traços prototípicos de cada gênero textual: quer manter a imparcialidade do seu texto em prol da objetividade e da pretensa confiabilidade que ela confere?

Escreva uma notícia e publique na seção de Economia do seu site:

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Mas quer deixar sutis marcas de subjetividade e se valer de o quanto um pouco de ironia na vida pode dar um colorido todo especial para um mesmo fato?

Escreva um artigo de opinião travestido de notícia relevante e publique no seu blog:

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Afinal, entre um PIB e um pibinho, (ou melhor ainda: entre discurso otimista e o gogó da presidente) há um certo eufemismo que preferimos chamar de “seleção vocabular perigosamente argumentativa”. Zilda Gaspar Aquino e Ingedore Koch que não nos deixem mentir!

 

Na dúvida, continue nos lendo: não há nada que aumente o respaldo e a confiança como escrever no WordPress.

 

E com vocês, a Copa:

Adivinhem quem veio para comemorar a inauguração do novo Mineirão?

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Ai Weiwei!

FUCK Viva a Copa do Mundo no Brasil!

Mãe Natureza X-9

Em relatório divulgado no mês passado, o Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais  apontou indícios de graves irregularidades no processo de licitação pública para a realização do projeto de engenharia e arquitetura do estádio Mineirão, voltado para a Copa do Mundo de 2014.

No projeto básico do estádio (por sinal, até o momento, o mais caro do Brasil), foram constatadas irregularidades como ausência de licitação pública, pagamentos por serviços não executados, desvio de objeto, jogo de planilha (esquema que permite aditivos de contratos sem necessidade) e superfaturamento. Em cifras, toda essa falta de vergonha na cara já custa R$ 29.378.102,19.

O que mais causa espanto, na verdade, foi a necessidade de se esperar chegar a fatos e números tão expressivos para se cogitar alguma ação ou medida que verificasse a quantas anda o projeto para o Mineirão. Diga-se de passagem que, antes mesmo do início das obras, até a Mãe Natureza já sabia onde estava o pote de ouro dos humanos:

“É só seguir a trilha até o fim do arco-íris!”

Fábulas da pós-modernidade: duvidar, quem há de?