Tetzel quer saber

Johann Tetzel está muito confuso com relação ao PL 122:

Tetzel quer saber se afirmar a heterossexualidade por si só já é um ato homofóbico.

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Das brasilidades

Quem precisa de Guitar Hero quando se tem o Berimbau Hero?

Ainda mais quando conta com o financiamento do CNPq e um certo apoio da Fapesb contra, digamos, possíveis recaídas da moléstia de Nabuco.
Para o futuro, planeja-se o lançamento do Pandeiro Hero e as edições especiais de Lundu Hero e Carmem Miranda Hero.

Para jogar Berimbau Hero, clique aqui.

Q? II


Com o perdão da intratextualidade, mas sempre que uma pesquisa possui alguma evidência que consolide as estatísticas, tudo ganha ainda mais credibilidade:


_________________________Ou não.

Deve ser o Q de Qualidade surtindo efeito até hoje.
O intrigante da história é saber quem era o estagiário que não assistiu à aula de Geografia do Yakko Warner quantos telespectadores teriam percebido o erro nas bandeiras caso o apresentador William Bonner não tivesse notificado.

O antiarco e a antilira

Quando Walter Benjamin afirmou que o jornal matou a literatura, acreditem, ele sabia muito bem o que estava falando. A prova definitiva? A reportagem do jornalista esportivo Régis Rösing sobre o retorno de Ronaldinho Gaúcho e Rivaldo ao futebol brasileiro – ou, como chamamos carinhosamente, “como causar um infarto em Myriam Ávila em 10:57”:

A síntese de arranjos poéticos:
• emoção à flor da pele;
• como um leão enjaulado que se liberta;
• um lugar ao flash;
• soldado que presta continência ao alto comando do coração e é promovido a capitão, a capelão da nação;
• carinho até pro ar;
• tocou até piano – para depois tocar terror e desafinar os marcadores;
• o camisa 100 ficou sem palavras – infecundo jogo lúdico com as palavras que fez o já outrora citado padre Antonio Vieira ter uma síncope;
• o céu é o limite;
• em 04:16 – a prova de que clarividência não é artifício poético;
• ri, ri, rivaldo voltou – ponto. Basta.

Em suma: Régis Rösing cruzou o eixo sintagmático com o eixo paradigmático e atirou para todos os lados.

O saldo? Re-matou Roman Jakobson, Ezra Pound, Octávio Paz, padre Antônio Vieira e Walter Benjamin;de quebra fez Joseph Pulitzer se retorcer no túmulo, além de Freddy Mercury, que não gostou de ouvir como uma de suas músicas foi absurdamente associada à notícia – assim disseram os médiuns consultados.
Quase matou Myriam Ávila, Décio Pignatari, Antônio Cândido e Luiz Costa Lima.
Encheu de orgulho Pedro Bial.

Dicionário ilustrado de termos do jornalismo

faits divers“:

De acordo com o contexto, pode ser empregado como sinônimo de sensacionalismo ou penny press, embora semanticamente se recomende empregá-lo como termo metonímico-cômico para a expressão a outra versão da história.

Créditos para o Sensacionalista, um jornal assumidamente isento de verdade.

#euamobrazilradicalmente

Algumas impressões de um jovem intercambista estadunidense acerca do Brasil – outrora Pindorama – e dos hábitos desta terra:

Maldito yankee? Pior que não: cada geração tem o Gândavo que merece. Ele volta cheio de relatos e nós ficamos com cartões postais de Chicago.

R.I.P III

Desejamos um feliz aniversário a alguém ao qual o ostracismo, definitivamente, caiu muito, muito bem:

Desejamos também todas as condolências e pêsames a quem se lembra do referido cadáver aniversariante. Um beijãozão, pessoal.